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Feministas Femininas, Ideologia da Liberdade e Autoritarismo

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Após um texto sobre os modelos de feminino, no site Blogueiras Feministas, eu, Vinicius, me tornei polêmico, virei o MC Catra em dia de debate no Superpop. Basicamente, fui do contra num lugar fechado. Maldita boca (ou dedos) que me fazem ser do contra e, por consequência, arranjar briga com quem, teoricamente, estaria na mesma luta.

Bom, basicamente a polêmica (adorei o termo, faz parecer que eu fui lá só pra trollar) ficou no discurso de pseudo-liberdade ideológico que a Iara mandou no texto e nos comentários. Leia aqui.

Basicamente, o que eu consigo ver nisso, na “liberdade” de ser uma feminista que pode se comportar feito uma mocinha vitoriana, pois no feminismo existe a liberdade e o contrário disso seria misoginia/produto do machismo, que, no fim, seria uma caça às bruxas não-feministas, mais me parece o discurso do marxista burguês acadêmico, que deseja ardentemente a revolução socialista, desde que seja nos países subdesenvolvidos, longe de afetar seus confortos capitalistas ou prejudicar sua carreira acadêmica (ou seja, não pode atrapalhar as supostas vantagens do discurso já existênte).

O meu ponto é que, se você reproduz relações sociais de desigualdade política e social com as mulheres, você não está sendo coerente com o que diz defender. Basicamente, conforme já postei anteriormente, a mulher é uma representação social, formada por uma camada machista e, por consequência, é uma representação inferior à do homem. É por isso que deve ser negada e que se deve transformar essa situação pelas estruturas sociais.

Querer transformar as relações sociais dando novos significados sem modificar as estruturas sociais é o mesmo que quere acabar com a fome na África doando alguma grana. A ação de conscientização é muito, mas muito perigosa, por que ela anestesia o sujeito e muda o foco da ação. Conscientização é, assim como liberdade, um conceito ideológico, que já chega às pessoas com certos pressupostos.

A questão da liberdade no discurso feminista da Iara me assemelha muito mais à uma recaída na sociedade pós-ideológica, onde, você pode pensar de maneira revolucionária, mas essa revolução precisa se adequar aos padrões capitalistas, afinal, ele já mostrou sua superioridade com a queda do comunismo no leste europeu. É a separação da consciência e do indivíduo. É como aquela descrença em qualquer verdadeira transformação social, onde, a resposta padrão é “tudo isso que vocês propõem é muito bonito, mas a realidade é outra”. Ou seja, não precisamos mais de censura, já está dentro do modus operandi da ideologia hegemônica a irrealidade de qualquer alternativa que não seja o sistema capitalista.

No fim, a liberdade sai pela culatra. A liberdade de eu ser o que quiser (aka, feminina, dentro da concepção tradicional e etc) só me faz reproduzir estas relações de dominação que eu tanto quero acabar. Sinceramente? Me parece só mais uma maneira de afirmar as imposições ideológicas tentando classifica-las como não-problemáticas com o feminismo.

Como tentar incluir as características já depreciadas numa sociedade machista dentro do feminismo só pra não ser necessário se livrar delas (pra não ser necessário passar pela fase de autorregulação, de autopoliciamento, coisas que são “antiliberdade”, por isso, este discurso também me parece só uma jeito de acatar aos preceitos morais da causa – Liberdade. Me parece mais o superego berrando, “Você não pode cortar nenhuma liberdade, você não pode ser rígida, você não pode ser autoritária” – Fazendo as ligações mais absurdas com a rigidez de um movimento subversivo – rigidez com autoritarismo, liberdade com libertação e etc).

No fim, a liberdade de ser como quiser (mas pensar de maneira transformadora) só esconde aquela liberdade do consumo, onde você pode consumir um ideal, sem, necessariamente, ser parte dele. É uma liberdade para alimentar o que se quer destruir.

Por fim, é aqui que eu digo que, para destruirmos o machismo, precisamos destruí-lo da base, e não tratando as suas consequências. Creio que nós devemos sempre negá-lo, e sempre chocá-lo, mostrando sua real face conservadora e retrógrada, mostrando cada detalhe seu em cada ato, em cada filme, em cada música, em cada comercial de TV, em tudo. Até dentro do próprio movimento feminista, pra não ser absorvido pela ideologia dominante.

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Sobre Vinicius

Fascista desde criancinha.

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  1. Vinícius, eu tava acompanhando, embora não concordasse, tudo o que você disse, até o seu último comentário no meu blog que envolveu liberdade sexual. Aí, realmente fica difícil, porque isso pra mim não entra em questão. Nunca, jamais, em tempo algum. Eu não me identifico com este perfil aí que você traça, acho extremamente ofensivo associar meu discurso a filantropia (além de ser uma tremenda forçassão de barra) . E acho irônico você mencionar mocinha vitoriana depois de ter ido ao meu blog pra dizer que “olha, se você transa com todo mundo, tem que saber que vai ser vista como vagabunda pelos machistas, não como independente, mesmo que eu não concorde com isso e blá blá blá “. Você não admite nenhuma possibilidade de eu usar minha sexualidade como instrumento de resistência, gozar com machistas é abdicar da luta, e a vitoriana-conservadora-burguesa-bem-comportada sou eu? Beleza, então. Ficamos assim. 😉

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    • Vc é um pouquito irônica, não? Afinal, moderou meu comentário, onde eu esclarecia essa frase. Pior, logo após fazer um interpretação alarmista… Conveniente.

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      • Não modero comentários.. Aprovo tudo. Só coloquei moderação no meu blog durante um tempo por conta da postagem sobre o aborto que sempre atrai trolls. Mais de uma pessoa se queixou que não conseguiu postar, deve ter sido problema do blogspot. Mas se você prefere achar que eu sou deshonesta, fique a vontade.

        Em tempo: não sou lá muito inteligente. Mesmo depois da sua explicação, continuo não entendendo o ponto. Mesmo. Mas deve ser porque ao contrário do que você supões eu não sou “acadêmica marxista”. Sou só a moça do contas a apagar.

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        • Pelo menos eu sou só um filho da puta, agora, mas não um filho da puta machista, né? O que, sinceramente, é muito melhor (eu estou sendo completamente sincero, sem ironia).

          E eu não achei que vc era uma acadêmica marxista, mas fiz o paralelo, pois é uma situação fruto da ideologia….

          E não vem com essa de “não sou lá muito inteligente”. Sim vc é. Se não entende o ponto, então eu que deveria detalhar mais ou ser meno bronco na escrita, é um problema que eu tento resolver.

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  2. Que bonitinho, Vinicius! Admira-me um homem que se diz “teoricamente” feminista, chegar lá no Blogueiras Feministas com o discurso de “macho doutrinador”. Vc quer ensinar a nós, que lutamos, diariamente, para destruir padrões como feminino e masculino, o quanto isso pode prejudicar o movimento? Favor, baby, vamos abaixar a bola, porque seu discurso academicizante anti-academicismo não está convencendo ninguém!

    Primeiramente, que vitimismo é esse?!? “Ó, eu, um moço bom e justo, fui atacado pelas feministas.” Conta aí como foi a discussão. Conta aí que vc acha que usar batom (mas não é batom por si, e sim, uma metáfora para qualquer elemento feminino… Ah tá!) me torna menos feminista. Vamos discutir onde é que OPTAR por ressignificar elementos tradicionais do feminino me torna menos feminista e, claro, por que, cargas d’água, parecer feminina me torna inferior aos homens? Daqui a pouco, vc vai dizer que, para ser “feminista de verdade”, tenho de ser lésbica, afinal, transar com homens reflete um padrão feminino tradicional, ou melhor, faz de nós “vitorianas”. Faz-me rir!

    Seu discurso não tem nada de inovador ou diferente dos “neomachistas”, com o senão de que eles se assumem como tal, enquanto vc quer dar uma de modernoso. Se quer discutir, pelo menos, vamos parar de contar a ladainha como lhe interessa.

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    • Isso aew, afinal, livre-arbítrio, né não? Pura questão escolha. Se eu escolho reproduzir o machismo por atitudes complacente a ele, eu não sou machista, afinal, foi tudo uma questão de escolher o que eu iria fazer. Tudo uma questão de intenção.

      Como pode, eu, um sujeito com pênis querer criticar uma feminista ou me autointitular tal coisa, não? Oras, eu não sofri o que uma mulher sofre… Mesmo esse sofrimento sendo totalmente objetivo.

      não ligo se vc é feminista ou não, nem ligo pra isso. Minha crítica foi no feminismo feminino e só. Nâo dei cartilha de comportamento, só fiz uma negação à alguns.

      E outra, eu não disse que fui atacado pelas feministas, afinal, estão aí meus fundamentos. Eu não sei pq vc se sentiu tão mal com isso. Deveria mostrar que o que eu disse é ilógico…

      Issaew, so um neo machista, propagador dos valores cristãos e da ideologia machista, uhul! liberdade para os homens, precisamos de direitos iguais, as mulheres dominaram geral a budega toda. Agora fundamenta isso.

      Responder
      • Para começar, Vinicius, eu mesma disse que vc trouxe apontamentos relevantes à discussão, porque é claro que devemos ter consciência do passado histórico e de como nos apropriamos dos bens de consumo. Ponto positivo! Ponto negativo, vc tem um discurso muito autoritário e tenta, sim, em vários momentos, trazer uma cartilha de como deveria ser uma feminista e como é um misógino de verdade. Além disso, suas ironias acima são completamente desnecessárias a essa discussão. Quando vc diz: “Basicamente, fui do contra num lugar fechado. Maldita boca (ou dedos) que me fazem ser do contra e, por consequência, arranjar briga com quem, teoricamente, estaria na mesma luta.” “Lugar fechado” por quem e por quê? Além disso, esse seu “teoricamente” já deixa implícito que, na verdade, não estamos na luta. Seríamos falsas feministas porque pintamos as unhas? Isso é objetivar o tipo de mulheres que deveríamos ser, tanto quanto já nos objetivaram no passado. É trocar um modelo por outro.
        E que bobagem é essa: “Como pode, eu, um sujeito com pênis querer criticar uma feminista ou me autointitular tal coisa, não?”? Em que momento seu discurso foi desvalorizado por vc ser homem? O que critico, pura e simplesmente, é que vc venha me dizer como eu devo agir para satisfazer aos seus ideais de feminista. E, nesse sentido, sim, sua fala não difere muito da dos neomachistas. Eles querem a moça que não luta por seus direitos. Vc quer a moça que não pinta as unhas.

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  3. a questao eh pintar as unhas? Eh disso que eu e a Iara estamos falando o tempo todo?

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  4. Oi, Vinícius, disse que vinha e vim. Gostei do blog, especialmente da relação que você fez entre a frase de Lacan (um dos meus xodós) e o conservadorismo galopante que nos assedia. Bom, quanto ao quiprocó em questão neste post (e lá no Blogueiras Feministas e no blog da iara) eu acho que temos mais em comum que em desavença, sabe? Penso que é preciso uma nova estrutura e uma nova narrativa para que a igualdade entre as pessoas se coloque. Uma mudança que passe pela mudança de todas as relações sociais, onde o Outro seja visto como sujeito do seu desejo. Neste aspecto, entendo quando vc nos coloca que remediar situações não é o bastante para o feminismo realmente funcionar como uma força revolucionária. O que eu ainda estou tentando discutir é que quando você aponta que dados elementos da cultura são símbolos da estrutura machista – como pintar as unhas, por exemplo – e coloca que a única transformação possível passa por abolir esse comportamento absolutamente, você parece colocar um valor intrínseco ao ato e não à narrativa sobre o ato. Pintar as unhas é machista em si mesmo e não pela narrativa e contexto em que acontece, é o que eu consigo ler das suas afirmações. Aí me dá uma preocupação, porque, sabe, fica parecendo que tem alguma coisa que seria anterior à construção social sobre o feminino que seria o próprio feminino sem a “corrupção cultural machista e capitalista”. E eu penso que não há nada por aqui -no mundo humano (e suspeito pelas outras coisas que li por aqui que vc tb não) que não seja estruturado e estruturante em forma de linguagem. O que estou querendo dizer, e não sei se consegui, é que sim, as mudanças estruturais são indispensáveis, mas há as pessoas que fazem estas mudanças e não adianta apresentar uma nova estrutura para as pessoas viverem sem que as pessoas a tenham construído em novas formas de dizer o cotidiano. As pessoas vivem e vão significando a sua vivência e é aí o potencial de mudança, na dialética entre o coletivo e o individual, acho eu.
    PS. Se eu não entendi nadica do seu pensamento, bora papear que eu tenho idéia é pra mudar.
    PS2. Fiquei incomodada com seu comentário lá no post da Iara, temo pelos discursos revolucionários ou conservadores que vão e voltam e acabam regulando o corpo/comportamento/gozo da mulher. Nem acho que esse é seu pensamento, mas a forma como o argumento foi apresentado levou a esta compreensão, pelo menos até agora.

    Responder
    • Porra, eu não esperava que você fosse realmente voltar aqui. Bacana!

      Então, não, nem tenho essa concepção de inatismo de alguma forma. E sim, creio que pintar as unhas é machista enquanto está dentro de um contexto socio-histórico etc. Mas, se a consciência é produto da matéria, então não seria modificando as condições materiais o modo de modificar, por exemplo, essas relações? Acho que esse é o ponto da discórdia… Posso dar um exemplo, os trabalhadores: eles eram popularmente chamados de peões, um termo negativo, porém, agora, este termo foi abolido, o termo correto é Colaboradores. No fim das contas, ouve mudança real? Os trabalhadores, após esta mudança e, juntamente com outras políticas empresariais (outros tipos de motivações empresariais), passaram a se sentir parte da empresa, essa é uma tática básica de grandes empresas, tentar unificar o trabalhador com seus chefes e etc. A gente consegue ver que isso deu certo em alguns lugares , principalmente nas empresas (privadas) sem área de trabalho braçal, onde é mais difícil observar (até por questões culturais) a exploração, mas, no fim das contas, os trabalhadores sentirem que são, mesmo que em pequena escala, donos da empresa, fez a posição hierárquica deles mudar? ou continuam a ser explorados e etc?

      Sobre a frase lá na Iara, eu postei uma outra coisa logo abaixo. Eu havia postado antes, mas deu pif paf nos comentários do blog dela e não foi.

      Responder
      • Sim, Vinícius, eu acho que a consciência é produto da matéria e que a mudança das condições de existência possibilitam a mudança da consciência. Mas considero também, dialetizando, que não é um processo automático ou anterior, e que ao mesmo tempo que mudamos o ser ao fazer, mudamos o fazer ao ser.

        Quanto ao seu exemplo, puxa, que coincidência. Eu pesquiso justamente as tecnologias gerenciais/ discursos do capitalismo flexível e a subjetividade do trabalhador. Assim, claro que não acho que a mudança de terminologia indique uma mudança no processo e nas relações de produção (pelo contrário, o que encontro é um maior sofrimento, mais estranhamento e angústia).

        Acho que a analogia pode ajudar a explicar meu pensamento. dizer que o trabalhador é colaborador é uma estratégia que mantém o trabalhador na posição de submissão. É uma narrativa de quem oprime sobre quem é oprimido dizendo como ele deve se sentir, como ele deve agir, como ele deve pensar a si mesmo e ao mundo.Porque um trabalhador não “colabora” com a empresa, ele recebe um salário pelo que faz. Tem uma definição aí, né. Um lugar último que define.

        Dizer por exemplo, que uma mulher que não faz depilação não é feminina repete esse esquema citado de alguém falar em nome de. Mas dizer que alguém que se depila não é feminista também, ou não? (é uma pergunta mesmo, não é retórica)

        Eu não tenho muitas respostas (na verdade, sempre gostei mais das inquietações), mas tenho uma implicância com metanarrativas que não contemplam os sujeitos que a vivem.

        Responder
        • Preciosismo, mas vou reformular minha frase:

          Mas considero também, dialetizando, que não é um processo automático ou anterior e que, ao mesmo tempo que o ser transforma-se ao fazer, o fazer transforma-se pelo exercício do ser.

          (pra não ficar nenhuma idéia de vontade individual voluntariosa)

          Responder
        • Eu tb acho que as mudanças não são de uma via, mas sim, de via dupla, tanto das estruturas sociais para os relacionamentos como dos relacionamentos para as estruturas, é por isso que eu creio ser a negação do machismo a maneira “de cima pra baixo” de causar essa modificação (que seria menos efetiva que a modificação de baixo pra cima, pois as condições para se existir o machismo ainda existiriam… Digo, uma relação não se sustenta por ela mesma).

          E sobre o exemplo, sim, também é. Porém, o chefe está utilizando da face humanizadora da ideologia pra tal discurso, não? E, na situação, é o patrão indicando a maneira de ser, fazer e sentir, mas naõ interpretando a realidade e mostrando como essas relações realmente são e etc. No fim, é indicação de como deve se sentir para alcançar um determinado fim que é de interesse de classe (os trabalhadores serem mansos, desviarem o problema do trabalho e de como ele é concebido e etc). Mas o interesse não é pra classe trabalhadora, que no fim das contas, vai precisar interpretar a ideologia por trás de toda essa “ciência administrativa”…

          No fim das contas, não é ciência, é tática ética, algo assim, é reduzir os problemas para o indivíduo e seu sentimento em relação à indústria, sem perceber que o problema vem da indústria. Mas, qualquer crítica que tenta usar um método e etc, não importando como seja, mas que tenha a tentativa de interpretar a realidade e mostrar o que ocorre nela, não pode ser comparada com a tentativa de dizer como deve ser feito para alcançar determinados fins com um determinado método, ou não?

          Enquanto um interpreta o que é (ou, pelo menos tenta) e, a partir disso descobre o que fazer/não-fazer para apoiar ou não um determinado sistema das coisas, o outro diz o que deve ser para chegar ao objetivo X. Mas isso é crítica. Interpretar a natureza não é, como consequência automática, já descobrir determinados caminhos?

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