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Masculinismo, Equilibrio dos Papéis e Doutrina Dogmática

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As supostas reivindicações masculinistas entram na esfera dos privilégios sociais: as mulheres têm privilégios sociais, o que o masculinismo propõe é um equilíbrio entre os sexos. Como? Por meio do retorno aos valores sociais já consagrados, por meio da definição clara de papeis sociais por gênero. As mulheres deveriam reconhecer a liderança do homem na família e o homem deveria prover o sustento e ser o protetor clássico tradicional. É um retorno à família tradicional, patriarcal, nuclear e etc.

As acusações dos masculinistas se valem, por exemplo, do fato de mulheres não precisarem ir para o exército (se alistar), enquanto homens são obrigados a ir, ou ao fato de mulheres serem passivas quando rola algum xaveco, enquanto homens precisam se virar, se mexer. Esses seriam dois privilégios sociais (e são muito citados). O problema de criticar essa situação sem análise histórica, isolando o fato social é que ele nos leva à análise bizarras. O fato de não haver mulheres no exército não é um privilégio feminino, mas uma demonstração de autoridade e superioridade masculina, é produto do próprio machismo. O mesmo vale para o argumento do xaveco.

Mas é interessante ver esse novo machismo (o masculinismo), por que sua forma de agir é diferente daquele antigo, que reafirmava uma situação reconhecida pelos agentes. O antigo machismo reafirmava uma superioridade já reconhecida, declarada e formalizada, eles eram completamente conservadores, contra as correntes sufragistas, por exemplo, impedindo qualquer tipo de mobilidade social ou cultural.

Já o neomachismo tenta a todo momento afirmar uma posição revolucionária (propondo equilíbrio nas relações sociais). Até mesmo no nome existe essa tentativa, sendo utilizado o termo simetricamente oposto ao feminismo, ou Man’s Right Activism. O neomachismo, dessa maneira, tenta realizar uma mudança social e cultural. Só há um problema: continua sendo conservadora e reacionária – não é uma mudança progressista, como o feminismo tenta, não tem como base a abolição da desigualdade politica, social e econômica entre os gêneros.

E a própria maneira como a mídia direciona os papeis sociais já nos dá um empurrão às reivindicações masculinistas. Digo, ainda é possível reconhecer o movimento como legítimo. Basta percebermos como os meios de comunicação de massa repassam o que a mulher é: se ela é poderosa, é por que é gostosa, e esse se torna o símbolo da revolução feminina, por exemplo; se ela é durona, é por que é uma mãe dedicada que também tem um emprego, e assim continua. A mulher ainda é classificada por um mass media reprodutor de doutrina dogmática, que se estabelece na própria linguagem para se manter, que se introduz subliminarmente como o correto… O comercial da Hope é um exemplo.

A forma como Rafinha Bastos foi protegido pelas redes sociais, com a comparação fajuta com o Maluf – piadas levadas a sério e políticos impunes blá blá blá. Isso tudo age de maneira à nos fazer interpretar a situação atual como catastrófica, mas só se pode agir na via principal (por exemplo, só se for pra protestar contra os políticos corruptos), mas a via principal precisa receber uma ação dentro das leis e das normas morais, o que torna a ação contra o problema principal uma ação nula, sem possibilidade nenhuma.

É lutar por algo que não vai conseguir exatamente na esperança de não conseguir.

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Sobre Vinicius

Fascista desde criancinha.

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  1. Feminismo, neomachismo, multiculturalismo, ação afirmativa etc –todas essas posições “políticas” e “ideológicas” acabam por ser reducionistas. No afã de afirmar um direito ou defender um causa, esses “ismos” –e seus correlatos– esquecem-se que existe uma questão mais complexa e mais urgente posta pela pós-modernidade: a relação entre individualidade e identidade. Não se pode construir uma sem se ter a outra. Ou seja: nossa individualidade não pode negar nossa identidade. Não saberia propor uma solução para esse problema que faça juz às demandas de feminsitas e “masculinistas”.

    Resposta
  2. todas as questoes de genero, lutas de classe e etc sao, antes de tudo, questoes de formacao estrutural da sociedade. O ser humano eh social e somente dessa forma se expressa. Partir do pressuposto que a questao da individualidade e identidade eh ‘maior’ num sentido valorativo, eh cair na ideologia pos ideologica.

    obg pelo comentario!

    Resposta
  3. Existe alguma revindicação “masculinista” que seja legítima ?
    A grande maioria nesse movimento defendem papéis rígidos para os sexos, etc ?

    Por acaso existe algum defeito importante nas revindicações e no movimento feminista ? Ele é um movimento homogêneo igual o seu retrato do masculinismo ou isso seria uma visão superficial de quem não conhece/ não quer conhecer (ou quer distorcer) ?
    Pergunta retórica, é claro.

    Se você tem alguma crítica ao feminismo: Publicou isso ? Com o mesmo “entusiasmo” que critica os machistas estupradores ? Como foi a recepção ? A de pessoas ansiosas por justiça e igualdade prontamente corrigindo seus erros, ou a de pessoas que abominam críticas e censuram (talvez te taxando de termos pejorativos e fazendo um espantalho dos argumentos, assim como vc faz aqui) ?

    Só é legítimo o feminismo de gênero ?
    Quem não acredita em determinismo social absoluto é merecedor de ódio ?
    Quem tem mais embasamento científico ? Determinista social ou quem crê que somos um produto gene X meio ? (deixemos de fora o determinismo genético, porque felizmente, ao contrario do determinismo social, estudiosos não o defendem).

    Resposta
    • “Existe alguma revindicação “masculinista” que seja legítima ?
      A grande maioria nesse movimento defendem papéis rígidos para os sexos, etc ?”

      O Masculinismo popular é, antes de tudo uma perspectiva, um método. O método não coincide com a realidade.

      “Se você tem alguma crítica ao feminismo: Publicou isso ? Com o mesmo “entusiasmo” que critica os machistas estupradores ? Como foi a recepção ? A de pessoas ansiosas por justiça e igualdade prontamente corrigindo seus erros, ou a de pessoas que abominam críticas e censuram (talvez te taxando de termos pejorativos e fazendo um espantalho dos argumentos, assim como vc faz aqui) ?”

      Há uns 2 textos com críticas minhas à ala pós-moderna do mov feminista. A recepção está nos comentários.

      “Só é legítimo o feminismo de gênero ?
      Quem não acredita em determinismo social absoluto é merecedor de ódio ?”

      Determinismo social é besteira e não é defendido aqui neste site. O cara desenhado ao lado nunca foi determinista.

      “Determinista social ou quem crê que somos um produto gene X meio ?”

      Interessante. As relações de gene ultrapassam a formação da linguagem? Se sim, caraca, que foda. Se não, então onde estão as determinações de linguagem genéticas? Se não há, então a linguagem é aprendida socialmente.
      Se ela é aprendida socialmente, então a maneira como há a “determinação” genética é puramente marginal, dependendo de um “estopim” ou de uma contradição com o meio externo. Além de depender da própria linguagem determinada do tempo determinado e do local determinado, que, por sua vez, vai realizar ou não esse empurrão.

      Resposta
    • Outra, vc realmente queria que eu analisasse cada perspectiva individual de cada coisa? A que está fazendo algum alvoroço é a que posto contra, aqui.

      Resposta
  4. “O Masculinismo popular é, antes de tudo uma perspectiva, um método. O método não coincide com a realidade.”

    Palavras tão vagas que até você próprio já sabia de antemão que não esclareceriam nada. O que me permite supor que você pode estar se protegendo atrás disso para fugir de admitir a desinformação que você prestou aos leitores nesse post (como responder a algo tão vago que pode ter inúmeras interpretações para o outro se esquivar na tréplica ?). Enfim, o que você fez não foi apenas uma generalização + espantalho… foi uma caricatura mesmo e desdém com os problemas do teu próprio gênero (o que creio estar no âmago de alguém que engole com tanta facilidade a misandria patente em uma enorme parte do feminismo).

    O masculinismo é, antes de tudo, um movimento que busca chamar a atenção da sociedade para os problemas dos homens. Como, por exemplo, as revindicações por direitos dos pais, o apagão masculino na educação fundamental, atentar para a necessidade de campanhas voltadas à saúde dos homens, etc…

    Dito isso, o masculinismo também acaba por agregar muitos daqueles que estão insatisfeitos com os efeitos do feminismo na sociedade, e mesmo esses não podem ser tratados como um grupo homogêneo: há aqueles reacionários no sentido pejorativo do termo, de desejarem a permanência/ou retorno a injustiças e imposições na sociedade, como há também aqueles que por motivos legítimos discordam de posturas amplamente manifestadas por feministas, chegando ao ponto de que mais parecem a regra do que a excessão nesse movimento supostamente justo e igualitário (ou talvez suas ondas cheguem ao Brasil com um delay enorme ?).

    “Há uns 2 textos com críticas minhas à ala pós-moderna do mov feminista. A recepção está nos comentários.”

    Se forem os dois posts em que você critica as “feministas de batom” (cuja discussão acompanhei nos blogs), então uau, em ! Que coragem para apontar na cara delas que estão pegando leve.
    Não se faça de desintendido. O feminismo especialmente o, como vc diz, “popular” é extremamente contaminado com ódio aos homens, exigência intransigente e egocêntrica de revindicações apenas pensando no lado feminino, e uma pressão fodida em cima de quem aponta esse tipo de postura…. ironicamente, tentam vencer na base do grito, da vexação, do “você não é contra X (postura), você é contra AS MULHERES !”… criticar o feminismo = machista opressor.

    E você sabe disso. Sério, não é algo que estou buscando no âmago da sutileza do textos dela…. e para alguém tão preocupado com o que os conceitos/palavras utilizados, você parece fazer uma vista grossa grande do sentido explícito das frases.

    Basicamente esse tipo de situação só persiste graças ao…… bom, graças ao machismo. Sim, porque é somente por esse desejo masculino de agradar e proteger as mulheres que nos comovemos tanto com vitimismos e nos policiamos tanto para tentar agradá-las e não ouvir palavras de reprovação de suas bocas.

    Enfim… há muito que se dizer sobre isso. Eu já pensei que eu era anti-feminismo ou algo assim… mas na realidade isso seria me render à neura de algumas loucas que não deveriam estar representando o feminismo em primeiro lugar. Quer me digam o contrário ou não, eu defendo sim causas feministas.

    Já falei demais até…. então só para comentar por cima a questão da linguagem, esse é um tema que ainda estou para estudar, então não posso comentar a fundo senão que tive contato com pesquisadores da área de cognição, e sei que há especialistas em linguagem (do ponto de vista cognitivo) que ainda assim acreditam em comportamentos masculinos/femininos parcialmente inatos (é nítido que a sociedade tenta amplificar as diferenças). O ponto é que ao que tudo me indica é uma posição científica pelo menos tão legítima quanto a sua. Mas aceito sugestões de leitura.

    Resposta
    • “O masculinismo é, antes de tudo, um movimento que busca chamar a atenção da sociedade para os problemas dos homens. Como, por exemplo, as revindicações por direitos dos pais, o apagão masculino na educação fundamental, atentar para a necessidade de campanhas voltadas à saúde dos homens, etc…”

      E como qualquer movimento, não parte do nada, precisa de um método. Pra vc um método é vago?

      Eu achei legal no seu comentário a questão da “generalização”, no primeiro parágrafo. Pois é, não é generalização é comportamento coletivo. Só é generalista por ser coletivo. Então, antes de ser generalista, antes de a expressão idiossincrática coincidentemente igual aos dos colegas de grupo, é uma expressão exterior, coercitiva. É esse que é o criticado, exatamente por se encaixar como coletivo e não como pura expressão individual.

      Você diz que há os “reacionários” e os que, por motivos legítimos, reivindicam por certos “direitos” não obtidos/não gozados por homens. Já parou pra pensar que esses direitos não “gozados” por homens tem um fundo histórico? Esse fundo histórico se remete exatamente às funções sociais por gênero – não é que o homem simplesmente não conseguiu gozar de determinados privilégios que as mulheres, tecnicamente, possuem, mas sim que a própria noção de o que é homem (noção essa, impositiva em sociedades historicamente masculinas) não permite que tais direitos sejam realmente privilégios. Esses “direitos”, no fim, são a expressão de uma suposta inferioridade masculina, eles, a primeiro momento, colocam a mulher e o homem em mesmo patamar, ambos teriam as necessidades de determinados cuidados pelo Estado (pra tomar como exemplo).

      Você não pode analisar o agora sem ver o passado, simplesmente por que o agora é produto do passado. Essa reivindicações ainda tem, no fim das contas, uma cosmovisão de desigualdade entre homens e mulheres onde os homens também (quando digo ‘também’, ainda estou sendo delicado) são, de alguma forma, submissos/subalternos/desprivilegiados etc e etc, no entanto, esse próprio “desprivilégio” é produto da sociedade onde, antes de tudo, eles significavam um valor social maior aos homens. Mas como retirar essas supostas desigualdades sem perceber que elas não nasceram do nada, não nasceram ontem, não são produto imediato, mas sim, histórico?

      Eu não sou um grande conhecedor do movimento feminista (do movimento em si), eu me utilizo do método marxista (e vertentes) pra fazer qualquer tipo de análise, e, o fato de apontarem o dedo e blá blá blá, não significa muita coisa, pois, como em qualquer movimento, existe um aspecto onde o ideal toma conta da consciência individual e faz dela uma reprodução cega. Isso acontece sempre com tudo, não há um movimento “secular/crítico/cético” e blá blá blá, simplesmente pela própria dinâmica dos movimentos, dos ideais (e a forma de como estes ideais se relacionam com o indivíduo) e etc. Esse tipo de crítica é daquelas em que nos escondemos dos conceitos, daquilo que é amplamente discutido pra “criticar” o que é feito. É como dizer que Darwin era nazista (ou que fundou o nazismo, deu pra entender).

      E, sinceramente, creio que qualquer intelectual do masculinismo só o é por nunca ter duvidado do próprio método de fundo individualista.

      Até a própria noção da existência de uma questão masculina parte de um pressuposto onde não há uma questão feminina definida por homens. Como se a história não comprovasse que as estruturas de todas as sociedades modernas são baseadas em instituições patriarcais, como se a história não demonstrasse que o poder sempre esteve nas mãos da parte masculina da sociedade, sendo sempre justificado por uma ideologia religiosa ou pseudo-científica. Os próprio problemas masculinos são o fruto mais sinceiro do poder masculino, da autoridade de tomar para sí determinados papeis sociais e rejeitar outros, ou de classificar determinadas funções como de menor valor social, assim como de manter outras com maior valor social.

      O que é mais interessante e´que a própria noção de “Valor” precisa de uma realidade sui generis pra se justificar e impor como objetiva – como realidade, impessoal. Essa realidade sui generis é a própria ideologia.

      Resposta
      • Obrigado pelas respostas, no momento não pretendo continuar o debate com longas postagens, então termino minha participação nesse post.

        Não entendo da onde você parece assumir que a questão histórica e mesmo a feminina é ignorada por mim e por qualquer um que defenda direitos/atenção aos problemas masculinos como se fossem mutualmente excludentes.

        Também não sei exatamente o que você quer dizer na sua crítica sobre o individualismo do movimento…. vc parece dizer que há questões pontuais/superficiais produtos de outras muito mais importantes históricas e “estruturais” (que seriam ônus exclusivo feminino o que justificaria um movimento pela igualdade entre OS SEXOS com total enfoque em UM – elas) e enquanto não houver uma revolução completa nas concepções estruturais (sem nem se questionar se isso é totalmente factível e de quantas décadas séculos estamos falando) pouco importa o que acontece com os homens na sociedade (mas não com as mulheres).

        E não entendo como vc enxerga problemas estruturais nas mulheres mas não nos homens. Não sou familiarizado com esse tipo de análise, mas aqui quem parece misturar o coletivo com o individual é você ao falar como se uma sociedade patriarcal poupasse o homem pois fosse feita sob a encomenda dele enquanto indivíduo, e não na realidade das hierarquias sociais onde TODOS (homem e mulher) são oprimidos e manipulados por quem estiver no poder (mesmo que seja uma mulher).
        Se não da onde nasceria o feminismo (como movimento forte e não utopia) em primeiro lugar ? Ele só vingou porque teve o aval da “sociedade patriarcal”.. (mostrando que não era essencialmente patriarcal e sim que a ideologia é instrumento do poder de quem esta no topo), ou seja, o feminismo atendeu em parte aos interesses individualistas/capitalistas modernos de quem esta no poder.. não diferente da abolição da escravidão, por exemplo.

        Outra coisa é que não faz juz à realidade sua comparação de que a crítica aos “fanáticos” caberiam a qualquer movimento, pois o que eu critiquei não é um produto natural de qualquer aglomerado ideológico humano… é algo que esta no âmago de muitas vertentes feministas… lado a lado com direitos da mulher esta o intento anti-homem.

        Se puder responder uma última vez, agradeço.

        Até mais

        Resposta
        • Os problemas estruturais estão na sociedade, não nos homens, nem nas mulheres – no entanto, a sociedade é patriarcal, é masculina. É aqui que o individual e coletivo se fundem, por que nenhuma ação num mundo com tanta divisão do trabalho é puramente coletiva na maior parte do tempo.

          No fim, essa “opressão” em o homem ser O Bom, é uma opressão tão igual àquela que faz da mulher ter que se limitar em determinadas atividades? É óbvio que não.

          A “opressão” masculina reafirma o poder masculino. É, no fundo, a responsabilidade de agir conforme a autoridade, de ser aquele que dá o significado ou que controla a vida social. Que tipo de opressão te obriga a ser foda ao mesmo tempo que permite materialmente que isso aconteça? Não é simétrico com o outro lado.

          E o fato do feminismo ter nascido, bom, aí você pode ver que foram imensas lutas pra QUALQUER COISA acontecer em relação aos direitos das mulheres e, mesmo assim, o fato de haver algo escrito, direitos formais, ainda não está nada marcado na consciência comum. Sem contar que a própria ideologia absorveu/desenvolveu um feminismo estranho e inofensivo.

          Fala mais sobre o “âmago” das noções sociais anti-homem das teorias feministas vigentes.

          Resposta
  5. obs: Sei que recentemente, algumas feministas, se não me engano a Naomi Wolf é um exemplo, escrevem abordando problemas masculinos, mas isso é estatisticamente irrisório ainda e continua sendo interessante que os próprios homens (feministas ou não) tenham alguma organização nesse sentido, até mesmo para evitar um lobby feminista que se imponha sobre todas as prioridades da sociedade.

    Resposta
    • Quais problemas? Próstata? Exército? Obrigação de ser ativo no xaveco? Obrigação de ser responsável pelo sustento? Direitos de criação de filhos? Decisão sobre o aborto da parceira? Trabalho mais duro nas industrias?

      Quais são os problemas estruturais masculinos?

      Resposta
      • Se pensar como o detentor do poder também traz problemas quando há uma demanda inatingível. Os homens tem um complexo de Deus… acham que tem obrigação de carregar o mundo nas coistas. Pense nas cobranças enormes que sofrem não apenas das mulheres mas da sociedade toda. E sofrem calados… tem que ser o fodão e aguentar tudo sozinho. Os homens literalmente se matam por causa disso, seja em brigas entre homens por orgulho ferido, ou correndo atrás de agradar as mulheres….
        Ja li em uma reportagem que um dos principais motivos declarados de jovens do morro entrarem no tráfico era pra conseguir mulheres.

        É fácil de ver isso com a questão do feminismo. Mesmo os pitis das histéricas são ouvidos com certa preocupação… já questões masculinas são ignoradas e/ou ridicularizadas.

        Resposta

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