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Arquivo da tag: Cultura

Yoani no Roda Viva

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O Roda viva com Yoani Sanchéz foi meio lá meio cá. No momento, enquanto escrevo este texto, Gossip Girl passa no SBT, com aquela tradução maravilhosa que faz cada personagem parecer um ser humano com problemas vocais – está melhor que o Roda Viva. Não quero dizer que o programa estava ruim por ser tendencioso, isso não, mas o programa estava morno, estava em clima de “boa hospitalidade”. Mas hospitalidade para quem?

Delicadeza excessiva

Os jornalistas estavam tão delicados com Yoani como Alan é delicado e atencioso com Charlie, quando precisa de uns trocados. Se tirarmos de nossa conta um pergunta mais ácida, feita por Chantal Reyes, ao comentar sobre o título de diplomata do povo de Yoani – “Como você sabe que representa o povo cubano?”

Apesar dos rodeios – e que rodeios, ela girava tanto em torno de cada pergunta que me fez gorfar um suco de manga – é necessário ver a entrevista e notar que a falta de conteúdo expresso é uma boa evidência da falta de sua teoria ser bem alicerçada. O que isso significa? Que ela é financiada pelo EUA? Eu não sei, mas isso se encaixa com a descrição já bem sabida do ativistas pós-modernos: pouco conteúdo e muito berro.

Definir-se é limitar-se (!?)

Ela não se define, muito provavelmente para ainda ter a opção de transitar por todos os lados quando bem quiser sem ser importunada por isso, mas, vejamos, uma posição não precisa ser imutável, então, por que não se definir? Eu creio que posições políticas são, também, artigos de consumo – não se definir, não se delimitar, é ter a possibilidade de consumir qualquer posição dentro do leque de opções.

É provável, também, que não se posicionar seja, além do leque aberto para o consumo, uma maneira de não se queimar, afinal, sua fama é de ser uma marionete americana, uma reafirmadora da ideologia dominante (o que não é mentira) – Eu só fiquei sentindo falta de um incendiário para botar fogo naquele programa.

A entrevista está mais pra baixo:

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Meio Ambiente, Problema Global e Ideologia

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Nas últimas décadas o meio ambiente tem se tornado um ponto considerado de suma importância nas discussões sobre os temas de interesse global. Afinal, numa sociedade de capitalismo altamente industrial e sem perspectiva de gastos com qualquer outro aspecto da produção que não seja visando ela própria e seu desenvolvimento (pois gasto desnecessário é custo, palavra abominada por qualquer industrial) é inconcebível. Juntamente com este fato, também se populariza a noção onde o meio ambiente este, num determinado momento histórico, em seu perfeito equilibrio, porém, afetado pelo ser humano e suas ações, esse desequilibrio foi desfeito, já todas as catástrofes atuais seriam a consequência disto.

A noção de que o meio ambiente já este em um equilibrio e que a mão (externa) do humano o prejudicou implica em admitir um erro imputado sobre o sujeito desde seu nascimento, unicamente por existir e consumir de produtos e serviços baseados na exploração do meio ambiente. O objetivo do ser humano seria consertar este erro ou, numa visão liberal, fazer sua parte em relação ao problema. O problema é disseminado de forma alarmista e a ação por parte das sociedades e seus participantes vem a ser algo de agora, algo que precisa ser feito imediatamente, caso contrário, o meio ambiente poderá definhar, tudo culpa das mãos humanas.

Em resposta à essa demanda ética nas indústrias, produtos éticos são feitos, elas (as indústrias) se preocupam mais com o fomento de projetos e estudos que envolvam a comunidade e o meio ambiente local, etc e etc. Entretanto, eu creio que aí reside o problema.

Primeiramente, a consequência de ter uma responsabilidade do peso de um meio ambiente degradado, numa sociedade líquida, consumista e nada disposta a firmar relações, é a satisfação ética de consumir conforme o método sustentável. Os produtos feitos com material reciclado, que utilizam fontes renováveis ou que exigem de toda a cadeia produtiva a responsabilidade de não utilizar de trabalho escravo, por exemplo, são, para o indivíduo consumidor, a prova de sua relação com o objetivo maior que é a salvação do mundo – o indivíduo está ligado à sociedade por meio do consumo e é desta forma que ele consegue desenvolver seu senso coletivo, no fim, cada produto ético resolve um problema não por realmente modificar as estruturas objetivas da sociedade e do consumo, mas por causar uma sensação de participação ética em algo maior, em uma espécie de grande movimento pró-planeta terra.

Segundo, a própria noção de natureza/meio-ambiente é desconsiderada historicamente. A noção de natureza também é produto histórico. Ela já apareceu como Deus, como um ser de vida própria (A Natureza), como um recurso divino, como auto-consciência alienada e etc. Afinal, citando Zizek, não seria a natureza uma relação de catástrofes sobre catástrofes, em que toda a forma de existência era modificada após cada uma dessas imensas destruições?

Terceiro, a própria ação contra essa catástrofe é, em poucas palavras, muito idiota. A resolução de um suposto problema global não ocorre por vias individuais, assim como a solução de um problema causando pelo modo de consumo atual e por toda sua base material e modo de produção, não se dá sem considerar a revolução nas próprias estruturas materiais e simbólicas da sociedade. Ou seja, resolver o problema causando pelo consumo e pela exploração com consumo consciente e exploração sustentável é esquecer que a exploração em si e o consumo em si ainda estão lá, e que não há ética neste mundo que transforme cada dono de indústria em discípulo de Kant.

Uma das formas de evitar um caos ambiental (ou seja lá qual expressão se utilizem) foi o protocolo de Kyoto, entretanto, não demasiado ingênuo firmar uma responsabilidade ética sobre uma prática econômica? Eu digo, não seria a forma ética vigente e justifica, aquela que se relaciona com as condições materiais do período histórico-social? Se os indivíduos são determinados pelo momento histórico-social que vive, assim como pelas maneiras como manifesta sua vida, pelo modo produção e divisão do trabalho, a ética (em seu sentido e prática popular) se torna uma maneira de justificar uma prática já existente que necessita de afirmação teórica. Ética é apropriada pela ideologia.

Por que estou dizendo isso? A afirmação de que os problemas podem ser resolvidos por uma ética interna que deve emanar de cada indivíduo é, em última instância, frear qualquer movimento de modificação ao sistema vigente ao mesmo tempo que é a confirmação de sua hegemonia. Se o sistema não fosse hegemônico, haveria a dúvida em relação à sua base, entretanto, nem isso é imaginável na sociedade atual. Inconscientemente admitimos a objetividade, a impessoalidade do capitalismo ao pensar em meio de “salvar o planeta” onde não se analisa as bases do sistema, somente seus efeitos e em como atenuá-los.

É óbvio que não estou dizendo que não existe um problema ambiental, mas estou afirmando (na verdade, Zizek está, eu só concordo) que a ecologia, natureza e meio ambiente, são conceitos utilizados por uma linguagem liberal e, desta forma, não expressam outra perspectiva que não a liberal. Ecologia é ideologia.

Censura, Liberdade de Expressão e Momento Histórico

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Pra mim, a censura não é simplesmente o veto da expressão por uma autoridade, ou a caça a um ato exercido livremente e etc. Pra mim, a censura está em outra esfera. Vejamos, se o nazista é proibido de exercer a livre-expressão de bater na cara de um judeu, negro e etc, ele está sendo censurado? Parece que sim, caso a censura seja uma designação de veto, no entanto, o veto ao nazismo é historicamente e socialmente corroborado, digo, o nazismo, em si, já foi refutado completamente, a teoria nazista não se mantém de pé por mais de dois segundos (ou neurônios).

A censura como concebida no senso-comum, sendo o mal que afeta a liberdade de expressão, vide todos os protestos proferidos por Marcelo Tas, Hope etc e etc, sendo o câncer de uma sociedade totalitária, é, no fim das contas, a via principal para legalizar formalmente e informalmente os discursos preconceituosos. Melhor dizendo, os discursos que revelam a desigualdade existente na esfera sócio-político-econômica. Então, a liberdade de expressão também se traduz de forma diferente que é designada, sua significado é a perversão da verdadeira liberdade da vida social, ela é o gancho reafirmador dos discursos racistas, sexistas e etc.

No entanto, como já deixei entreaberto, considero a censura como a reafirmação da desigualdade exercida pelo grupo dominante. Ou seja, a censura era aquilo feito nas ditaduras militares contra os movimentos democráticos e revolucionários, censura é aquilo feito na China, onde até mesmo os filmes de ficção são proibidos para não mexerem com a história, algo importante demais para ser discutido ou brincado. Somente a conservação do poder.

Mas conservar o poder não é algo a ser demonizado, digo, qualquer um que detenha o poder estatal quer continuar com ele, o problema é a forma como isso acontece. Se a “revolução” só acontece por meio da violência, então não é revolução, é só mais uma tirania pessoal ou de partido. É aí que o veto às campanhas nazistas tomam parte do texto.

Então, vetar o nazi-fascismo é censura? É a reafirmação das relações de poder, ou é o inverso, a tentativa de, claramente, não dar chance ao inimigo declarado e vencido em todos os aspectos, tanto teórico quanto prático (e práxis). Porém, há outro ponto a ser levado em consideração: o momento histórico.

Como lidar com uma sociedade que, diante de tudo, quer o fascismo? Basicamente, não se obriga uma sociedade a viver de determinada forma, a fazer parte de um determinado Estado, por que, simplesmente, isso é totalitarismo puro. Então, o trabalho deve ser também na ideologia. Deve-se fazer da ideologia que se representa, hegemônica.

Eu creio que, a tentativa de “censurar”, por exemplo, Rafinha Bastos, não é uma agressão à sociedade e suas normas, crenças e valores, mas, em última instância, essa suposta censura só tomou seus precedentes após a ação do lado conservador e de seus tentáculos inclusos na mídia, abertamente. O povo não é fascista, o povo é massa (ou melhor, o povo está massa) e a massa é acrítica, ela absorve aquilo que não é muito diferente do que já está, ou até mesmo aquilo que é diferente, mas desde que sob uma perspectiva, mesmo que falsa, que faça parecer com o status quo.

Jornal da Cultura, Vladimir Safatle e Julgamentos Categóricos

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No dia 10 deste mês, no jornal da Cultura, o debate sobre a ocupação da USP foi retomado, porém, desta vez, Vladimir Safatle estava presente. O que foi interessante: A outra professora convidada, não recordo o nome, professora de Direito Internacional na USP e a âncora do Jornal, Cristina Poli, eram totalmente reacionárias. Enquanto Safatle acusou a mídia de “destilar preconceitos contra os alunos”, o que a âncora do programa, meio envergonhada fez, foi desviar o assunto e apelar para os argumentos na linguagem liberal democrática de, “Mas eles eras a minoria, né?”, ou, igual o dito pela professora de Direito, representando de maneira perfeita o leitor da Veja, “Manifestação pró-Louis Vitton”.

Esses preconceitos da mídia são como veneno em corpo com imunidade baixa. A massa assimila como sendo uma representação verdadeira do manifesto, logo, o protesto na USP se torna um protesto de maconheiros playboys bancados pelo papai. Com eu já havia dito, é uma maneira eficaz de manter o povo contra o protesto que tem como caráter, manifestações de povo, e não de elite.

Não se deve esquecer da ligação destes protestos com a esquerda brasileira e com a representação máxima do político (e da política): corrupção, malandragem e etc. Os protestos já nascem perdendo moral por conta de sua conjuntura política e terminam com menos moral ainda, por conta do manejo de informações da mídia. Aqui eu volto para a representação falsa da política como sendo algo ruim.

Ela (a representação do diabo chamado política) é até interessante num mundo pós-político, onde a política se limita a uma política administrativa, já que, no mundo pós-moderno, o capitalismo ganhou sua batalha contra o comunismo e não há mais alternativa nenhuma para desbancar sua hegemonia. A esquerda se envereda para o centro, a direita assume as rédeas, e desta forma um capitalismo sadio (e absoluto) é montado.

Logo, o apolítico sendo a representação e, por consequência, a reprodução ideológica, ele é seu maior inimigo. Mas eu acredito que não, que a negação da política e, por exemplo, luta contra a corrupção, feita pelo apolítico, é baseada na profunda crença de que essa luta nunca será ganha. O fato do apolítico identificar certos privilégios ou direitos morais adquiridos com a existência da corrupção no país e, ao mesmo tempo, identificar uma cristalização neste fato, o incentiva a lutar contra essa depravação moral, já tendo a garantia de, embora expressar sua indignação, ser o mesmo medíocre de sempre.

Para terminar, ainda no assunto da representação da ideologia vigente, eu digo que a própria existência do sujeito já faz dele uma representação da ideologia vigente. Antes mesmo do sujeito ser julgado por suas qualidade, expressões diretas e etc, ele recebe um julgamento categórico, onde certas características são levadas como pressuposto de julgamento: etnia, classe-social, vestimentas e etc. Numa sociedade pós-política, o julgamento categórico básico é aquele onde o sujeito já é, só por existir, o sujeito médio, ou deveria ser o sujeito médio. Sem contar que os outros preconceitos… Por etnia, por exemplo, já são a expressão conservadora, racista, daquele que julga.

Políticos Corruptos, Devio de Atenção, Tropa de Elite e Cidadão Médio

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Neste texto vou me apropriar de um tema instigado no blog Contra Cultura.

Ultimamente é fácil escutar um “Enquanto isso os políticos roubam em Brasília!”, ou “Contra a corrupção ninguém faz nada!”, quando qualquer tipo de manifestação ou protesto é feito. Por exemplo, no caso do Rafinha Bastos, foi fácil ver a comoção no Facebook de pseudodefensores da liberdade de expressão em disseminar uma publicação com os dizeres: “Brasil: Levam os humoristas a sério e os políticos na brincadeira”.

Desculpa nenemzada, o fato de haver políticos corruptos não anula o FATO de que ainda há diversos outros problemas que também são importantes e que também merecem atenção. Basicamente, exigir uma atenção contra os políticos corruptos quando se vê protestos contra homofobia, racismo, conservadorismo e etc, só demonstra uma tática ideológica de trocar o verdadeiro alvo das ações.

Enquanto toda atenção for desviada para assuntos insolúveis (pois o problema da política é sistêmico, não dá pra tentar fazer nada só por reformas ou protestos anticorrupção), os assuntos onde pode acontecer um impacto maior (como a legalização da maconha), acabam sendo suprimidos naturalmente, sem intervenção repressiva, somente ideológica.

Ou como foi dito no Contra Cultura:

É o fenômeno do “enquanto isso os políticos roubam”. Essa frase é usada sempre quando se quer desclassificar uma questão importante para determinado grupo, seja os negros, as mulheres, as lésbicas, os gays, enfim, minorias em geral. Nos comentários da notícia sobre o novo vídeo feito pela Caixa, agora colocando o Machado de Assis como ele de fato era, mulato, muita gente diz: “pra que perder tempo com essas bobagens? enquanto isso, tem um monte de político roubando”.

Essa frase pode vir de outras maneiras: “e enquanto isso, tem um monte de crianças sofrendo na África”, ou “e enquanto isso a gente tá destruindo o mundo, poluindo o meio-ambiente” e por aí vai.

Há melhor exemplo de tática ideológica para desvio de assunto? Puro alarmismo liberal.

É como em Tropa de Elite, onde a apresentação do cidadão médio sendo o mais natural possível, sem as amarras da sociedade é apresentada como sendo a solução para os problemas do RJ. Basicamente, se queremos acabar com os problemas, vamos bater em playboy que compra maconha de traficante e vamos matar os traficantes. Porém, o grande problema com as drogas não está na sua venda ilegal, mas está na ilegalidade e nos motivos para tal estado.

Na realidade, não faz diferença se meia dúzia de pseudorevolucionários boicotassem o tráfico. Na verdade, a afirmação de que quem compra maconha está alimentando o tráfico é muito mais carregada de carga ideológica que pode parecer. Basicamente, isso é argumento de quem boicota a Coca-cola, ou de quem acha que acha que o problema das drogas é cultural, ou até, por incrível que pareça, individual (a pessoa que se droga, problema dela, ela é culpada, ela usa por que ela quer). Então, e aqui expresso de forma direta, quem compra droga do traficante não modifica em nada a situação atual, pois ela é sistêmica! O boicote ao tráfico como maneira de acabar com algum mal da sociedade é pura massagem no ego. Vão pensar, cambada.

O Capitão Nascimento e a ideologia por trás do BOPE no filme são, assim como o Bolsonaro, a representação do cidão médio conservador, aquele que ignorou completamente as censuras sociais da democracia liberal e quer ser anti herói, pois a única salvação do país é “se livrar das medidas de proteção que só protegem os bandidos”.

 

A Verdade, Ponto de Vista e Relativismo Absoluto

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Há uns tempos eu estava conversando com um amigo sobre um determinado livro de um determinado pensador. O nome do livro e do pensador não são importantes. No fim de sua observação, depois de reclamar de como o livro era extenso e que seria tema de uma prova, ele reclamou, “Esse cara acha que está falando uma verdade absoluta!”. Este é o ponto. Ontem estava conversando com um amigo que fez algumas observações sobre meu ponto de vista sobre um assunto, o problema é que eu havia feito toda uma fundamentação antes de falar a frase final, a frase conclusiva. Não era um ponto de vista, era uma conclusão racional e embasada (apesar de parecer bem arrogante).

Dentro de uma nova perspectiva de nosso atual mundo multicultural (desde que o outro não demonstre sua alteridade) e tolerante (desde que não chegue muito perto), a tentativa de entender tudo e todos, todas culturas, todas motivações, todas as doutrinas filosóficas místicas, devemos relativizar tudo etc e etc, posicionou a Verdade dentro de uma prisão, onde ela não pode ser tirada e ninguém pode alcança-la. Diria até mais, executaram a Verdade. Tornou-se termo antigo, ultrapassado.

Porém, se nós vivemos em um mundo material, então nada depende do meu ponto de vista. Pessoas com pontos de vista diferentes são como duas pessoas, em distâncias e lugares diferentes olhando o mesmo objeto. O objeto está lá, as duas pessoas que estão deslocadas. Com descrições diferentes, não há como as duas estarem corretas, mas há como as duas estarem erradas.

Voltando ao livro do pensador. Sim! Ele acha estar falando uma verdade absoluta, pois ele não jogou uma frase pro céu, mas, por meio de um método racional e lógico, chegou a uma conclusão. Não depende de gostar ou de se sentir aproximado à conclusão. Ou você encontra o erro, ou admite sua veracidade.

Esse relativismo absoluto é mais uma das brechas ideológicas da democracia liberal. Se tudo é questão de ponto de vista, então, sou racista e não posso ser reprimido. É meu ponto de vista, respeite.

Abre-se, assim, um espaço para a expressão obsoleta de várias correntes já desmitificadas e já rebatidas. Como o próprio conservadorismo fascista. Porém, o verdadeiro problema é a democracia liberal! O conservadorismo é só a fantasia dentro da fantasia.

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